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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

É amanhã o pseudo julgamento do ex-presidente Lula



Principal líder de massas da política brasileira nas últimas décadas e em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República em 2018, Luiz Inácio Lula da Silva volta ao banco dos réus a partir das 8h30min do dia 24. Condenado em 1ª instância a nove anos e seis meses de cadeia por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula terá sua apelação julgada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.



"O Brasil, o último país do mundo ocidental a abolir a escravidão, é uma democracia bastante jovem, tendo surgido da ditadura há apenas três décadas. Nos últimos dois anos, o que poderia ter sido um avanço histórico - o governo do Partido dos Trabalhadores concedeu autonomia ao judiciário para investigar e processar a corrupção oficial - tornou-se contrário. Como resultado, a democracia brasileira agora é mais fraca do que aconteceu desde que o governo militar acabou."

"O juiz do julgamento, Sérgio Moro, demonstrou seu próprio partidarismo em numerosas ocasiões. Ele teve que pedir desculpas ao Supremo Tribunal em 2016 por divulgar conversas telefônicas entre o Sr. da Silva e a presidente Dilma Rousseff, seu advogado e sua esposa e filhos. O juiz Moro organizou um espetáculo para a imprensa em que a polícia apareceu na casa do Sr. da Silva e levou-o para interrogatório - apesar de o Sr. da Silva ter dito que iria denunciar voluntariamente para interrogatório."












terça-feira, 3 de outubro de 2017

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

10 países onde vivem as pessoas mais felizes




Suiça

Nova Zelândia

Suécia

Australia

Canada

Dinamarca

Finlândia

Holanda

Islândia

Noruega


Mas no Reino da Felicidade o Butão
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Governado pelo rei Jigme Khesar Wangchuk que está desde 2008 no poder (jovem, bonito, recém-casado, amado por todos, bom fotógrafo e educado na Europa) coloca o bem-estar do povo acima de qualquer interesse econômico. Seu reino é simples e está entre as nações mais pobres do mundo, de acordo com a ONU. Seu salário mínimo gira em torno de US$ 100. No entanto, é regido com grande sensibilidade e ostenta uma sofisticada filosofia de desenvolvimento que coloca a felicidade do povo acima dos índices de seu PIB. O Ministério da Felicidade planeja a alegria de todos. A Felicidade Interna Bruta é avaliada pelo governo com o uso de critérios, como desenvolvimento econômico sustentável, preservação das tradições, conservação do meio ambiente, bom governo. Cada projeto implantado tem como base esses critérios. E assim, o Butão figura entre as dez nações mais felizes do mundo segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Leicester, no Reino Unido. O país tem índices baixíssimos de violência, não tem mendigos, fome zero e não tem registro de corrupção
administrativa.


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Mas só tem porèm: O Butão foi o primeiro país do mundo a proibir qualquer tipo de fumo. Isso inclui cigarros comuns e maconha. Interessante notar que a maconha é plantada livremente para alimentar os animais, que ficam mais calmos, dormem mais e engordam melhor, mas ninguém se atreve a usa-la. As leis do país são bastante rígidas quanto a isso e todos respeitam. Usar qualquer tipo de droga é considerado crime inafiançavel e dá cadeia por três anos. Esse é um dos motivos da dificuldade para se entrar no país. O rei quer evitar problemas com jovens visitantes que podem ficar de olho nas plantações de maconha. Por isso, com um turismo caro, teoricamente, apenas pessoas mais velhas e maduras têm acesso ao Reino da Felicidade. Uma quantidade limitada de cigarros pode ser usada por estrangeiros que visitam o país, mas seu uso é muito restrito. Em lugares públicos, nem pensar.

Desenhos falicos são pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade

Por ter vivido tanto tempo sem muito contato com o resto do mundo, o País do Dragão conseguiu preservar suas tradições e manter a harmonia entre a população de 700 mil habitantes. Eles são budistas, cultuam um guru Rinpoche conhecido como o Segundo Buda; são felizes; adeptos a poligamia; relacionamentos homossexuais são aceitos normalmente; usam desenhos fálicos pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade; vivem com pouco luxo em pequenas comunidades rurais que não valorizam a privacidade; vestem-se com lindos trajes típicos feitos em tecido produzido em tear manual

Meninas butanesas com traje tradicional

O Butão é um reino encravado no sopé dos Himalaias com 700 mil habitantes



domingo, 15 de março de 2015

Um dia no meio da Mata Atlântica (em casa do Nego Miranda e Sarita Warszawiak)







A Mata Atlântica é um bioma de floresta tropical que abrange a costa leste, sudeste e sul do Brasil, leste do Paraguai e a província de Misiones, na Argentina.

Atualmente, menos de 10% da cobertura original existe, e  no Brasil, restam cerca de 7% (a maior parte na Serra do Mar, Paraná. Apesar do alto grau de desmatamento, a região da Mata Atlântica é a que mais possui unidades de conservação na América Latina, apesar de muitas serem pequenas e insuficientes.

A biodiversidade da Mata Atlântica é semelhante à biodiversidade da Amazônia. Há subdivisões do bioma da Mata Atlântica em diversos ecossistemas devido a variações de latitude e altitude.

Da flora, 55% das espécies arbóreas e 40% das não-arbóreas são endêmicas ou seja só existem na Mata Atlântica. Das bromélias, 70% são endêmicas dessa formação vegetal. Estima-se que 8 mil espécies vegetais sejam endêmicas da Mata Atlântica.

É também no domínio da Mata Atlântica, que se localiza um dos maiores aqüíferos do mundo: o Aqüífero Guarani.



sábado, 8 de novembro de 2014

Angel Boligan




Boligán nasceu em1965, em San Antonio de los Baños, La Habana, Cuba. Começou a colaborar como caricaturista no Museu Internacional de Humor da sua terra natal em 1980  e publica regularmente os seus desenhos na imprensa nacional cubana desde 1983. Foi professor de artes plásticas em 1987 e em 1992 viajou pelo México, onde reside desde então.
"Os desenhos de Boligán provocam o sorriso imediato. Nos seus cartoons há um olhar sagaz e crítico, mas não amargo."
As suas figuras humorísticas são os grandes banqueiros, empresários e o alto clero, geralmente desenhados com corpos enormes e inchados e cabeças liliputianas. E vice-versa, quanto mais simpática é a personagem que cria, mais possibilidades tem de ser desenhada com uma cabeça de proporções razoáveis.
Jorge Zepeda Patterson.








segunda-feira, 9 de junho de 2014

Ectasy


O cientista e químico norte-americano, que inventou a famosa droga e a experimentou em si mesmo para perceber como funcionava, ganhou a alcunha "Padrinho do ecstasy", como dava hoje conta a britânica BBC. O "Padrinho" morreu hoje na Califórnia, vítima de um cancro no fígado, "rodeado pela família e pelas pessoas que cuidavam dele e música budista de meditação, e a sua partida foi graciosa, quase sem qualquer luta", contava hoje a sua mulher e parceira de investigação, Ann, na sua página de Facebook.

domingo, 6 de abril de 2014

A História do Fado e da "Severa", primeira fadista.

Quadro de José Malhoa "O Fado" 1910
Nascido nos contextos populares da Lisboa oitocentista, o Fado encontrava-se presente nos momentos de convívio e lazer. Manifestando-se de forma espontânea,  decorria dentro ou fora de portas, nas hortas, nas esperas de touros, nos retiros, nas ruas e vielas, nas  tabernas, cafés de camareiras e casas de meia-porta. Cantando o quotidiano, o fado encontra-se, numa primeira fase, vincadamente associado a contextos sociais pautados pela marginalidade e transgressão, em ambientes frequentados por prostitutas, faias, marujos, boleeiros e marialvas. Muitas vezes os cantadores, são descritos no tipo fadista, rufião de voz áspera e roufenha, ostentando tatuagens, hábil no manejo da navalha de ponta e mola, recorrendo à gíria e ao calão. Esta associação do fado às esferas mais marginais da sociedade da-lhe uma vincada rejeição pela parte da intelectualidade portuguesa.
Maria Severa Onofriana (Lisboa, 1820-1846) foi uma cantora portuguesa de fado, considerada a mítica fundadora do fado.
Filha de Severo Manuel de Sousa e de Ana Gertrudes Severa, nasceu em 1820 na Rua da Madragoa (actual Rua Vicente Borga), onde sua mãe tinha uma taberna, tendo passado por vários locais da cidade até se fixar na Mouraria, onde faleceu. Os locais do seu nascimento e da sua morte estão devidamente assinaladas com uma lápide, colocadas com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.
Seu pai era de etnia cigana, e a mãe uma portuguesa de Ovar que, com outros pescadores da região, emigrara para Lisboa. Atri­bui-se a essa ascendência cigana a sua beleza exótica e o seu cantar expressivo, que conquistou os boémios da capital.
Sua mãe, Ana Gertrudes Severa, era uma célebre prostituta da Mouraria e Maria Severa  terá ingressado muito cedo na mesma profissão, depressa se distinguindo nesse meio, como seria de esperar em semelhante contexto - pela beleza trigueira, como ainda pelos dotes invulgares de cantadeira de Fado.
De Severa contam-se muitas histórias dela e/ou com ela, umas talvez verdadeiras, outras talvez não tanto.
Conta-se que percorria os bairros populares de Lisboa, e a sua voz animou as noites de muitas tertúlias bairristas, tabernas ficaram famosa só pela sua presença.
Teve vários amantes conhecidos, entre eles o Conde de Vimioso (Dom Francisco de Paula Portugal e Castro) que, segundo a lenda, era enfeitiçado pela forma como cantava e tocava guitarra.
Morreu de tuberculose a 30 de Novembro de 1846, num miserável bordel na rua do Capelão, na Mouraria, em Lisboa, tendo sido sepultada no cemitério do Alto de S. João numa vala comum. Consta que as suas últimas palavras terão sido: “Morro, sem nunca ter vivido” — tinha 26 anos.