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segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
domingo, 17 de dezembro de 2017
segunda-feira, 6 de junho de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
sábado, 19 de março de 2016
Domingo, 20 de março de 2016, o nosso planeta estará recebendo exatamente a mesma quantidade de luz nos dois hemisférios. Esse dia é chamado de equinócio. O termo tem origem na junção dos termos latinos aequus (igual) e nox (noite). Quando ocorre o equinócio, o dia e a noite têm igual duração (exatamente 12 horas). O dia também marca o início do outono (para o hemisfério sul) e primavera (para o hemisfério norte). Neste dia, muitas pessoas se deslocam para a Pirâmide de Chichén-Itzá, no México para ver um fenômeno interessante: as luzes e sombras projetadas nos degraus da pirâmide formam uma serpente. Segundo a lenda maia, o deus serpente Kukulkán - Kukul (sagrado) kán (serpente) - desce suas escadas como um raio de luz por entre as sombras. Os maias posicionaram para que exatamente nos dois equinócios (de março e setembro) a imagem seja formada, marcando o início das estações.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Bonsai (盆栽) quer dizer: planta na bandeja
Cryptomeria Japonesa
O bonsai é a arte de cultivar miniaturas de árvores em vasos decorativos. De origem chinesa, esta forma de expressão artística caiu nas graças do povo japonês devido ao amor xintoísta à natureza, e principalmente pela filosofia zen budista por trás de toda esta belíssima arte.
Dentre todos os valores, a qualidade estética é a mais valorizada. Existem vários princípios que norteiam o desenvolvimento de um bom bonsai:
Transmitir a sensação de peso e idade avançada;
Poucos galhos dará ao bonsai um aspecto mais maduro;
Com raízes visíveis, ela aparentará ser mais estável;
Tendo o seu tronco curvado, o bonsai acentuará o seu aspecto do peso.
A combinação de diferentes tipos de árvore, locais, solos, vasos etc, proporcionam a criação de vários tipos de bonsais.
Era uma arte restrita às classes dominantes japonesas. Nos séculos XVII e XVIII a arte do bonsai atingiu o seu ápice e se popularizou no Japão.
Nas primeiras exibições de bonsai no ocidente, entre os anos de 1880 e 1900, estas obras de arte foram alvo de polêmicas. Até meados do ano de 1935, dizia-se que estas árvores eram vítimas de torturas e eram comparadas às garotas chinesas que utilizavam sapatos de números menores com o objetivo de moldar os pés.
Por fim, certamente as técnicas de cultivo do bonsai não maltratam as árvores, e resumem-se a conceitos básicos de jardinagem, tais como: podar, regar e adubar.
Goyomatsu - Pinheiro Branco Japonês
Um dos bonsais mais antigos é o Goyomatsu (pinheiro branco japonês), que está exposto Palácio Imperial em Tóquio. Este bonsai de 81 centímetros de altura, tem a idade de 550 anos de idade e além de ser considerada uma verdadeira obra-prima, tornou-se tesouro nacional do Japão.
Ficus retusa linn, de 3.10 mts de altura
Segundo estudiosos no assunto, o bonsai mais antigo do mundo não está no Japão e sim na Europa, mais especificamente no Crespi Bonsai Museum, em Milão na Itália. Estima-se que tenha cerca de 1.000 anos de idade.
domingo, 17 de janeiro de 2016
A DOR E A ARTE DE FRIDA KAHLO
"Pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade" Frida Kahlo
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Artista transforma gifs animados em obras de arte
A moda dos gifs já não é nova, mas não há dúvida que o artista turco Erdal Inci soube como inovar. Em uma série hipnotizante, Inci ‘clona’ a si mesmo, reproduzindo seções de vídeo unidas, criando gifs para os quais ser difícil parar de olhar.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Autor da icónica foto "Napalm girl" encontra-se com a menina da foto 40 anos depois.
Kim Phuc tinha apenas nove anos quando correu nua na direcção do fotografo da Associated Press e prémio Pulitzer Huynh Cong "Nick UtT" gritando: muito quente, muito quente!
Ut mostra a foto do avião que largou a bomba e a foto que ajudou a acabar a guerra
Kim Phuc com 9anos fugindo do rebentamento de uma bomba de napal
40 anos depois os dois protagonistas
domingo, 10 de maio de 2015
domingo, 15 de março de 2015
Um dia no meio da Mata Atlântica (em casa do Nego Miranda e Sarita Warszawiak)
A Mata Atlântica é um bioma de floresta tropical que abrange a costa leste, sudeste e sul do Brasil, leste do Paraguai e a província de Misiones, na Argentina.
Atualmente, menos de 10% da cobertura original existe, e no Brasil, restam cerca de 7% (a maior parte na Serra do Mar, Paraná. Apesar do alto grau de desmatamento, a região da Mata Atlântica é a que mais possui unidades de conservação na América Latina, apesar de muitas serem pequenas e insuficientes.
A biodiversidade da Mata Atlântica é semelhante à biodiversidade da Amazônia. Há subdivisões do bioma da Mata Atlântica em diversos ecossistemas devido a variações de latitude e altitude.
Da flora, 55% das espécies arbóreas e 40% das não-arbóreas são endêmicas ou seja só existem na Mata Atlântica. Das bromélias, 70% são endêmicas dessa formação vegetal. Estima-se que 8 mil espécies vegetais sejam endêmicas da Mata Atlântica.
É também no domínio da Mata Atlântica, que se localiza um dos maiores aqüíferos do mundo: o Aqüífero Guarani.
domingo, 8 de março de 2015
964. Femme, oiseau, étoiles (Woman, Bird, Stars) MIRÓ
June 1942
Pastel and pencil on flocked paper
108 x 72 cm
sábado, 28 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Bob Dylan - Dignity
Dignidade
O gordo procurando em uma lâmina de aço,
O magro procurando sua última refeição,
O homem vazio procurando num campo de algodão,
por dignidade.
O sábio procurando numa lâmina de grama,
O jovem procurando nas sombras que passam
O pobre procurando através do vidro pintado
Por dignidade.
Alguém foi assassinado no Réveillon
Alguém disse que a dignidade é a primeira a partir
Eu fui até a cidade, fui até a vila
fui até a terra do sol da meia-noite
Procurando muito, procurando menos,
Procurando em todos os lugares que eu conhecia
Perguntando aos guardas de onde quer que eu fosse:
Vocês tem visto a dignidade?
O cego saindo de um transe
coloca suas mãos nos bolsos
esperando encontrar uma circunstância
de dignidade
Eu fui para o casamento de Mary-lou
Ela disse: Eu não quero que ninguém me veja conversando com você.
Ela disse que poderia ser assassinada se me dissesse que sabia sobre a dignidade
Eu desci para onde os abutres se alimentam
eu poderia ter ido mais fundo, mas não havia necessidade
Ouvi as línguas dos anjos e as línguas dos homens,
não fazia diferença para mim
O picante vento afiado como uma lâmina.
Casa em chamas, dívidas não pagas
Estarão na janela, perguntarão à governanta:
Você tem visto a dignidade?
O homem bebendo escuta a voz que ele ouve
uma sala lotada cheia de espelhos virados para cima
olhando para os perdidos e esquecidos anos
por dignidade
Encontrei Príncipe Phillip na casa do blues
Disse que me daria a informação se seu nome não fosse mencionado
Ele queria dinheiro, disse que foi abusado
pela dignidade
Pegadas correndo pela areia prateada
Passos descendo para a terra das tatuagens
Eu encontrei os filhos da escuridão e os filhos da luz
Nas fronteiras do desespero
Não consegui um lugar para desvanecer não consegui um casaco,
Estou no rio rolante num barco repuxado
Tentando ler a nota que alguém escreveu
sobre a dignidade
O homem doente procurando pela cura do doutor
Procurando em suas mãos, para as linhas que ali estavam,
e para cada obra de literatura
por dignidade.
Ingleses encalhados no frio vento
Penteando seus negros cabelos para trás seu futuro parece estreito
Ele morde a bala e olha para dentro
por dignidade
Mostraram-me uma imagem e eu apenas gargalhei:
A dignidade nunca foi fotografada.
Eu fui até o vermelho, e fui até o preto
Até o vale dos sonhos de ossos secos
Muitas estradas, muita coisa em jogo
Tantos impasses, estou na margem de um lago
As vezes me pergunto o que ele fará
para encontrar a dignidade.
O magro procurando sua última refeição,
O homem vazio procurando num campo de algodão,
por dignidade.
O sábio procurando numa lâmina de grama,
O jovem procurando nas sombras que passam
O pobre procurando através do vidro pintado
Por dignidade.
Alguém foi assassinado no Réveillon
Alguém disse que a dignidade é a primeira a partir
Eu fui até a cidade, fui até a vila
fui até a terra do sol da meia-noite
Procurando muito, procurando menos,
Procurando em todos os lugares que eu conhecia
Perguntando aos guardas de onde quer que eu fosse:
Vocês tem visto a dignidade?
O cego saindo de um transe
coloca suas mãos nos bolsos
esperando encontrar uma circunstância
de dignidade
Eu fui para o casamento de Mary-lou
Ela disse: Eu não quero que ninguém me veja conversando com você.
Ela disse que poderia ser assassinada se me dissesse que sabia sobre a dignidade
Eu desci para onde os abutres se alimentam
eu poderia ter ido mais fundo, mas não havia necessidade
Ouvi as línguas dos anjos e as línguas dos homens,
não fazia diferença para mim
O picante vento afiado como uma lâmina.
Casa em chamas, dívidas não pagas
Estarão na janela, perguntarão à governanta:
Você tem visto a dignidade?
O homem bebendo escuta a voz que ele ouve
uma sala lotada cheia de espelhos virados para cima
olhando para os perdidos e esquecidos anos
por dignidade
Encontrei Príncipe Phillip na casa do blues
Disse que me daria a informação se seu nome não fosse mencionado
Ele queria dinheiro, disse que foi abusado
pela dignidade
Pegadas correndo pela areia prateada
Passos descendo para a terra das tatuagens
Eu encontrei os filhos da escuridão e os filhos da luz
Nas fronteiras do desespero
Não consegui um lugar para desvanecer não consegui um casaco,
Estou no rio rolante num barco repuxado
Tentando ler a nota que alguém escreveu
sobre a dignidade
O homem doente procurando pela cura do doutor
Procurando em suas mãos, para as linhas que ali estavam,
e para cada obra de literatura
por dignidade.
Ingleses encalhados no frio vento
Penteando seus negros cabelos para trás seu futuro parece estreito
Ele morde a bala e olha para dentro
por dignidade
Mostraram-me uma imagem e eu apenas gargalhei:
A dignidade nunca foi fotografada.
Eu fui até o vermelho, e fui até o preto
Até o vale dos sonhos de ossos secos
Muitas estradas, muita coisa em jogo
Tantos impasses, estou na margem de um lago
As vezes me pergunto o que ele fará
para encontrar a dignidade.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Nas mãos de um grupo de mulheres do município de Tucumã, cidade paraense a 937 km de Belém, sementes da flora amazônica se transformam em BIOJÓIAS.
Pulseira em madeira de reaproveitamento
Anel em semente de Tucumã e metal
Sementes de Buiuçú
Materiais usados em Biojóias: fios de rami, juta, algodão, coco, sementes de jarina, açaí, ágata, madeira, capim dourado, madrepérolas...
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Badi Assad
Badi Assad, nome artístico de Mariângela Assad Simão, é uma violonista, cantora, percussionista e compositora brasileira.
Em 1993, assinou contrato com o selo Chesky Records, conhecida por suas gravações de alta qualidade técnica dirigida ao público audiófilo. Seus três álbuns para esta gravadora, Solo lançado em 1994, Rhythms em 1995 e Echoes of Brazil em 1997 sedimentam sua reputação internacional entre o público de jazz e da música instrumental. Em 1994, a revista Norte-Americana Guitar Player, a escolheu entre os 100 melhores artistas do mundo e em 1996 a revista Norte-America Classical Guitar considerou-a, junto com artistas como Charlie Hunter, Ben Harper e Tom Morello (do grupo Rage Against The Machine), um dos 10 jovens talentos que mais revolucionariam o uso das guitarras nos anos 90. A revista americana Guitar Player a escolheu com o prêmio de melhor violonista daquele ano, assim como Rhythms o melhor CD, na categoria de violão acústico.
O álbum seguinte, Chameleon, gravado em 1998, Badi Assad documenta a sua colaboração com Jeff Scott Young, ex-integrante da banda Megadeth. Três anos de mudanças radicais se seguiram após o lançamento de Chameleon. Dentre elas a descoberta de uma incapacidade motora que a impossibilitou de tocar violão por quase 2 anos. Depois de conseguir se recuperar completamente, ela retorna ao Brasil em 2001 após quatro anos de Estados Unidos.
Durante seus 20 anos de carreira, a cantora, compositora e violonista se destacou como criadora de um estilo peculiar, que traz sua voz e violão como elementos fundamentais de sua música. Em sua apresentação Badi é conhecida por representar uma verdadeira orquestra em cena, mesmo estando sozinha, ao lado apenas de seu violão e de sua voz. Sendo única em sua arte de emitir mais de um som simultaneamente, Badi é capaz de hipnotizar a plateia, que não se cansa na busca de desvendar de onde tantos sons são reproduzidos. Ela está só e sua magia encanta a todos. Sempre interpretando profundamente sua obra, Badi leva seu público a uma verdadeira experiência de emoções; ora forte, ora suave, ora sensual, ora ingênua, ora urbana, ora interiorana.
Solais
Instrumental: Joana Francesa de Chico Buarque
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