quarta-feira, 26 de outubro de 2016

10 países onde vivem as pessoas mais felizes




Suiça

Nova Zelândia

Suécia

Australia

Canada

Dinamarca

Finlândia

Holanda

Islândia

Noruega


Mas no Reino da Felicidade o Butão
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Governado pelo rei Jigme Khesar Wangchuk que está desde 2008 no poder (jovem, bonito, recém-casado, amado por todos, bom fotógrafo e educado na Europa) coloca o bem-estar do povo acima de qualquer interesse econômico. Seu reino é simples e está entre as nações mais pobres do mundo, de acordo com a ONU. Seu salário mínimo gira em torno de US$ 100. No entanto, é regido com grande sensibilidade e ostenta uma sofisticada filosofia de desenvolvimento que coloca a felicidade do povo acima dos índices de seu PIB. O Ministério da Felicidade planeja a alegria de todos. A Felicidade Interna Bruta é avaliada pelo governo com o uso de critérios, como desenvolvimento econômico sustentável, preservação das tradições, conservação do meio ambiente, bom governo. Cada projeto implantado tem como base esses critérios. E assim, o Butão figura entre as dez nações mais felizes do mundo segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Leicester, no Reino Unido. O país tem índices baixíssimos de violência, não tem mendigos, fome zero e não tem registro de corrupção
administrativa.


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Mas só tem porèm: O Butão foi o primeiro país do mundo a proibir qualquer tipo de fumo. Isso inclui cigarros comuns e maconha. Interessante notar que a maconha é plantada livremente para alimentar os animais, que ficam mais calmos, dormem mais e engordam melhor, mas ninguém se atreve a usa-la. As leis do país são bastante rígidas quanto a isso e todos respeitam. Usar qualquer tipo de droga é considerado crime inafiançavel e dá cadeia por três anos. Esse é um dos motivos da dificuldade para se entrar no país. O rei quer evitar problemas com jovens visitantes que podem ficar de olho nas plantações de maconha. Por isso, com um turismo caro, teoricamente, apenas pessoas mais velhas e maduras têm acesso ao Reino da Felicidade. Uma quantidade limitada de cigarros pode ser usada por estrangeiros que visitam o país, mas seu uso é muito restrito. Em lugares públicos, nem pensar.

Desenhos falicos são pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade

Por ter vivido tanto tempo sem muito contato com o resto do mundo, o País do Dragão conseguiu preservar suas tradições e manter a harmonia entre a população de 700 mil habitantes. Eles são budistas, cultuam um guru Rinpoche conhecido como o Segundo Buda; são felizes; adeptos a poligamia; relacionamentos homossexuais são aceitos normalmente; usam desenhos fálicos pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade; vivem com pouco luxo em pequenas comunidades rurais que não valorizam a privacidade; vestem-se com lindos trajes típicos feitos em tecido produzido em tear manual

Meninas butanesas com traje tradicional

O Butão é um reino encravado no sopé dos Himalaias com 700 mil habitantes



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