terça-feira, 23 de janeiro de 2018

É amanhã o pseudo julgamento do ex-presidente Lula



Principal líder de massas da política brasileira nas últimas décadas e em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República em 2018, Luiz Inácio Lula da Silva volta ao banco dos réus a partir das 8h30min do dia 24. Condenado em 1ª instância a nove anos e seis meses de cadeia por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula terá sua apelação julgada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.



"O Brasil, o último país do mundo ocidental a abolir a escravidão, é uma democracia bastante jovem, tendo surgido da ditadura há apenas três décadas. Nos últimos dois anos, o que poderia ter sido um avanço histórico - o governo do Partido dos Trabalhadores concedeu autonomia ao judiciário para investigar e processar a corrupção oficial - tornou-se contrário. Como resultado, a democracia brasileira agora é mais fraca do que aconteceu desde que o governo militar acabou."

"O juiz do julgamento, Sérgio Moro, demonstrou seu próprio partidarismo em numerosas ocasiões. Ele teve que pedir desculpas ao Supremo Tribunal em 2016 por divulgar conversas telefônicas entre o Sr. da Silva e a presidente Dilma Rousseff, seu advogado e sua esposa e filhos. O juiz Moro organizou um espetáculo para a imprensa em que a polícia apareceu na casa do Sr. da Silva e levou-o para interrogatório - apesar de o Sr. da Silva ter dito que iria denunciar voluntariamente para interrogatório."












domingo, 8 de outubro de 2017

A historia da estrada da Graciosa, a caminho de Morretes no Paraná

Com 40 quilômetros e um visual incomparável, a Estrada da Graciosa (PR-410) liga Curitiba à Baía de Antonina. 
Margeada pela exuberante mata atlântica nativa, a serra de curvas sinuosas e paralelepípedos é cortada por cachoeiras, riachos, montanhas e encostas. 
O trajeto, antes usado apenas como via de acesso a Morretes, hoje faz parte da rota turística de natureza do Paraná, sendo reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, e maior trecho preservado de Mata Atlântica do Brasil.



Moradores antigos da região contam que além dos tesouros naturais, a Estrada da Graciosa possui riquezas escondidas entre as rochas, e enterradas em lugares desconhecidos. 
Uma lenda conta que no século XVIII, durante a expulsão dos jesuítas do Brasil, muitos missionários juntaram ouro para levar consigo. De acordo com a história, um grupo de missionários descia pela Serra da Graciosa com um carregamento de doze jumentos cheios de ouro. Antes de chegar ao porto de Antonina, no entanto, os jesuítas foram informados de que seriam barrados pela Coroa e impedidos de embarcar com o ouro. A saída que encontraram foi enterrar as riquezas pela Serra, e segundo a lenda, o ouro permanece escondido por lá até hoje.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

10 países onde vivem as pessoas mais felizes




Suiça

Nova Zelândia

Suécia

Australia

Canada

Dinamarca

Finlândia

Holanda

Islândia

Noruega


Mas no Reino da Felicidade o Butão
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Governado pelo rei Jigme Khesar Wangchuk que está desde 2008 no poder (jovem, bonito, recém-casado, amado por todos, bom fotógrafo e educado na Europa) coloca o bem-estar do povo acima de qualquer interesse econômico. Seu reino é simples e está entre as nações mais pobres do mundo, de acordo com a ONU. Seu salário mínimo gira em torno de US$ 100. No entanto, é regido com grande sensibilidade e ostenta uma sofisticada filosofia de desenvolvimento que coloca a felicidade do povo acima dos índices de seu PIB. O Ministério da Felicidade planeja a alegria de todos. A Felicidade Interna Bruta é avaliada pelo governo com o uso de critérios, como desenvolvimento econômico sustentável, preservação das tradições, conservação do meio ambiente, bom governo. Cada projeto implantado tem como base esses critérios. E assim, o Butão figura entre as dez nações mais felizes do mundo segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Leicester, no Reino Unido. O país tem índices baixíssimos de violência, não tem mendigos, fome zero e não tem registro de corrupção
administrativa.


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Mas só tem porèm: O Butão foi o primeiro país do mundo a proibir qualquer tipo de fumo. Isso inclui cigarros comuns e maconha. Interessante notar que a maconha é plantada livremente para alimentar os animais, que ficam mais calmos, dormem mais e engordam melhor, mas ninguém se atreve a usa-la. As leis do país são bastante rígidas quanto a isso e todos respeitam. Usar qualquer tipo de droga é considerado crime inafiançavel e dá cadeia por três anos. Esse é um dos motivos da dificuldade para se entrar no país. O rei quer evitar problemas com jovens visitantes que podem ficar de olho nas plantações de maconha. Por isso, com um turismo caro, teoricamente, apenas pessoas mais velhas e maduras têm acesso ao Reino da Felicidade. Uma quantidade limitada de cigarros pode ser usada por estrangeiros que visitam o país, mas seu uso é muito restrito. Em lugares públicos, nem pensar.

Desenhos falicos são pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade

Por ter vivido tanto tempo sem muito contato com o resto do mundo, o País do Dragão conseguiu preservar suas tradições e manter a harmonia entre a população de 700 mil habitantes. Eles são budistas, cultuam um guru Rinpoche conhecido como o Segundo Buda; são felizes; adeptos a poligamia; relacionamentos homossexuais são aceitos normalmente; usam desenhos fálicos pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade; vivem com pouco luxo em pequenas comunidades rurais que não valorizam a privacidade; vestem-se com lindos trajes típicos feitos em tecido produzido em tear manual

Meninas butanesas com traje tradicional

O Butão é um reino encravado no sopé dos Himalaias com 700 mil habitantes



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Land Art - Quando a arte respira ao mesmo ritmo da natureza, o artista sente-se em paz.

Surgiu em finais da década de 1960, consequência de uma insatisfação perante a monotonia cultural instalada e a necessidade latente de quebrar barreiras e transcender as limitações do industrialismo e do urbano. Juntou-se o despertar para as questões ambientais e ecológicas. Num "regresso à natureza", esta forma de expressão artística teve uma resposta muito forte.

As manifestações de Land Art são efémeras e a sua ligação à paisagem é profunda, sendo normalmente, procurados sítios de difícil acesso ao público ou mesmo inacessíveis. A sua destruição é causada mais ou menos depressa por acção do tempo e dos agentes naturais. Os registos documentais são as únicas provas da sua existência.

Leia na Obvious


                                        Alguns trabalhos de Dietmar Voorwold






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Spencer Byles