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Mas no Reino da Felicidade o Butão

Governado pelo rei Jigme Khesar Wangchuk que está desde 2008
no poder (jovem, bonito, recém-casado, amado por todos, bom fotógrafo e educado
na Europa) coloca o bem-estar do povo acima de qualquer interesse econômico.
Seu reino é simples e está entre as nações mais pobres do mundo, de acordo com
a ONU. Seu salário mínimo gira em torno de US$ 100. No entanto, é regido com grande
sensibilidade e ostenta uma sofisticada filosofia de desenvolvimento que coloca
a felicidade do povo acima dos índices de seu PIB. O Ministério da Felicidade
planeja a alegria de todos. A Felicidade Interna Bruta é avaliada pelo governo
com o uso de critérios, como desenvolvimento econômico sustentável, preservação
das tradições, conservação do meio ambiente, bom governo. Cada projeto
implantado tem como base esses critérios. E assim, o Butão figura entre as dez
nações mais felizes do mundo segundo uma pesquisa feita pela Universidade de
Leicester, no Reino Unido. O país tem índices baixíssimos de violência, não tem
mendigos, fome zero e não tem registro de corrupção
administrativa.
Mas só tem porèm: O Butão foi o primeiro país do mundo a
proibir qualquer tipo de fumo. Isso inclui cigarros comuns e maconha.
Interessante notar que a maconha é plantada livremente para alimentar os
animais, que ficam mais calmos, dormem mais e engordam melhor, mas ninguém se
atreve a usa-la. As leis do país são bastante rígidas quanto a isso e todos
respeitam. Usar qualquer tipo de droga é considerado crime inafiançavel e dá
cadeia por três anos. Esse é um dos motivos da dificuldade para se entrar no
país. O rei quer evitar problemas com jovens visitantes que podem ficar de olho
nas plantações de maconha. Por isso, com um turismo caro, teoricamente, apenas
pessoas mais velhas e maduras têm acesso ao Reino da Felicidade. Uma quantidade
limitada de cigarros pode ser usada por estrangeiros que visitam o país, mas
seu uso é muito restrito. Em lugares públicos, nem pensar.
Desenhos falicos são pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade
Por ter vivido tanto tempo sem muito contato com o resto do
mundo, o País do Dragão conseguiu preservar suas tradições e manter a harmonia
entre a população de 700 mil habitantes. Eles são budistas, cultuam um guru
Rinpoche conhecido como o Segundo Buda; são felizes; adeptos a poligamia;
relacionamentos homossexuais são aceitos normalmente; usam desenhos fálicos
pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade; vivem com pouco luxo
em pequenas comunidades rurais que não valorizam a privacidade; vestem-se com
lindos trajes típicos feitos em tecido produzido em tear manual
Meninas butanesas com traje tradicional
O Butão é um reino encravado no sopé dos Himalaias com 700 mil habitantes