quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Banksi ataca de novo

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O artista de rua mais misterioso e famoso do mundo ataca novamente. Desta vez foi uma parede na área portuária de Bristol, no Reino Unido, a escolhida para receber a obra de Banksy. No muro, o artista criou sua própria versão da pintura “Girl with Pearl Earring”, obra-prima barroca do holandês Johannes Vermeer, datada de 1665.
Em vez do brinco de pérolas, Banksy utilizou a caixa de um sistema de alarmes(!!!) e criou o que chamou de “Girl with a Pierced Eardrum” (“Moça com tímpano perfurado”). A nova arte, bem como o sagaz nome dado à versão, foram postados no site do artista.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Leica celebra 100 anos de vida reconstruindo fotos icónicas

As mais de 20 fotografias são recreadas ao pormenor, mas também com liberdades criativas. Está lá a "Imigrant Mother" de Dorothea Lange, a "Behind the Gare St. Lazare", de Henri Cartier-Bresson e, entre outras, "Falling Soldier", de Robert Capa.



Henry Cartier Bresson com a sua inseparável Leica






segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Pink Floyd divulga capa do próximo album. 'The endless river' foi gravado em 2013, baseado em sessões de 1994, e sai em 10 de novembro


A capa do álbum foi criada pelo egípcio Ahmed Emad Eldin, de apenas 18 anos. Ela segue o estilo de Storm Thorgerson, artista que acompanhou a banda durante a maior parte da carreira. Morto em 2013, ele foi o responsável por capas e fotografias de discos como "Atom heart mother", "The dark side of the moon", "Wish you were here" e "Animals". O trabalho de Eldin foi descoberto por Aubrey Powell, colega de longa data de Thorgerson.


O projeto é baseado em sessões excluídas do último álbum The Division Bell, no qual contém várias contribuições do tecladista e compositor Richard Wright, morto em 2008 por um câncer.
Assim como os dois álbuns anteriores, The Endless River não contém colaborações de Roger Waters, ficando a cargo do músico convidado Guy Pratta execução de baixo e da esposa de Gilmour, Polly Samson da maior parte das letras

                       Pink Floyd: David Gilmour e Nick Mason comentam o novo álbum.
Gilmour: The Endless River é um fluxo contínuo de música que cresce em quatro peças separadas totalizando 55 minutos. Existe uma espécie de continuidade do álbum The Division Bell para este, e a penúltima frase de The Division Bell é "the endless river forever and ever" no final da música "High Hopes".
Gilmour: O único conceito é o conceito de Rick, Nick e eu, tocando juntos, da forma que tocamos no passado, e que havíamos esquecido que tocamos, e soa instantaneamente familiar.
Mason: Eu acho que Rick estaria animado. Eu acho que este álbum é uma boa forma de reconhecer muito do que ele fez. Eu acho que a coisa mais significante é ouvir o que Rick fez. Ter perdido Rick foi... Perdê-lo realmente nos fez perceber que tecladista especial ele era.
Gilmour: É um tributo para ele. Nos trás memórias e emoções em muitos momentos. Com certeza ouvir todo este material nos fez lamentar novamente a sua morte. Esta é a última chance que todos terão de o ouvir tocando conosco... do jeito que ele tocava.
Gilmour: Polly [Samson, esposa de Gilmour] escreveu a letra de "Louder Than Words" para expressar que existe algo mágico sobre a música que nós três fizemos juntos. Ela tem uma... correnteza mágica dentro dela, na letra de "Louder Than Words". Eram algumas pedaços de música que pareciam quase completos para formar uma canção e Polly surgiu com a ideia de "Louder Than Words" (mais do que palavras) como algo que descrevia o que conseguíamos quando fazíamos esta música que fazíamos. Nem Rick nem eu éramos de escrever muito, então Polly achava que era muito apropriado expressar o que fazíamos através da música, e ela nos ajudou a descrever isso em palavras.
Gilmour: Eu acho que conseguimos alcançar o melhor resultado possível. E eu acho que é isso.

sábado, 20 de setembro de 2014

Secos e Molhados, grupo Brasileiro dos anos 70. No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como "O Vira", "Sangue Latino", "Assim Assado", "Rosa de Hiroshima", que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar



Eu quero o amor
Da flor de cactus
Ela não quis

Eu dei-lhe a flor
De minha vida
Vivo agitado
Eu já não sei se sei
De tudo ou quase tudo
Eu só sei de mim
De nós
De todo o mundo
Eu vivo preso
A sua senha
Sou enganado
Eu solto o ar
No fim do dia
Perdi a vida
Eu já não sei se sei
De nada ou quase nada
Eu só sei de mim
Só sei de mim
Só sei de mim
Patrão nosso
De cada dia
Dia após dia

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O Funk da Ostentação




domingo, 17 de agosto de 2014

10 Agosto 1965 - 13 Agosto 2014

RIP

A queda de um avião em Santos, na manhã desta quarta-feira (13 Agosto), levou à morte sete pessoas. Entre elas estava o candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos.

Realizadas ontem 5 de Outubro, as eleições 2014
Dilma Roussef vai á 2ª volta com candidato da oposição Aécio Neves. Marina Silva a vice de Eduardo Campos e que concorreu no seu lugar, fica em 3º lugar.

Marina Silva
Marina Silva
Biografia aqui

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Pessoal e Transmissivel - carta aberta de Carlos Curto

“Vou ser directo, sem política ou filosofias. Sou um cidadão de meia idade, com algumas debilidades físicas e a tendência é agravarem-se. Faço parte (estatisticamente e de uma percentagem qualquer) de um grupo considerado privilegiado - os empregados de baixo salário - porque ao menos não estão desempregados. Pago impostos sem vontade alguma e com algum constrangimento em o dizer, além de ter salários e subsídios em atraso. Já estive farto desta situação, revoltado com as injustiças de que sou (somos) vítima. Por momentos senti-me culpado por “ter vivido acima das minhas possibilidades”, depois percebi que nunca vivi desafogado, o dinheiro que ganhei deu para ter uma vida razoável, mas nunca sobrou para uma doença ser encarada com tranquilidade financeira. O sentimento diário é-me desconhecido, ainda não aprendi a viver com ele. Já não é revolta ou indignação, é uma “coisa” próxima da humilhação, um vexame mensal ao receber pouco mais do que o ordenado mínimo, sabendo de antemão que terei de aumentar as minhas dívidas para não ter de ouvir dizer os meus filhos, e são três, dizerem que têm fome. Peço dinheiro emprestado com a convicção de que não o pagarei e já não me ralo muito, pois que mo empresta também sabe que o mais provável é ser a fundo perdido. Sou um favorecido em ter o privilégio da servidão imposta pelo “antes isto do que nada”? Gostava de ser “crente” para antever esta gente que me (nos) dirige acabar no Inferno, ou então guerrilheiro e ser eu o juiz e o executor. Não teria qualquer remorso ou me sentiria culpado”
Já li esta carta vezes sem conta, gostava de não me identificar com ela, de não poder ser eu a redigi-la. Raios os partam a todos por nos unificarem desta forma tão baixa e vil.

C.C.