quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
10 países onde vivem as pessoas mais felizes
Suiça
Nova Zelândia
Suécia
Australia
Canada
Dinamarca
Finlândia
Holanda
Islândia
Noruega
Mas no Reino da Felicidade o Butão

Governado pelo rei Jigme Khesar Wangchuk que está desde 2008
no poder (jovem, bonito, recém-casado, amado por todos, bom fotógrafo e educado
na Europa) coloca o bem-estar do povo acima de qualquer interesse econômico.
Seu reino é simples e está entre as nações mais pobres do mundo, de acordo com
a ONU. Seu salário mínimo gira em torno de US$ 100. No entanto, é regido com grande
sensibilidade e ostenta uma sofisticada filosofia de desenvolvimento que coloca
a felicidade do povo acima dos índices de seu PIB. O Ministério da Felicidade
planeja a alegria de todos. A Felicidade Interna Bruta é avaliada pelo governo
com o uso de critérios, como desenvolvimento econômico sustentável, preservação
das tradições, conservação do meio ambiente, bom governo. Cada projeto
implantado tem como base esses critérios. E assim, o Butão figura entre as dez
nações mais felizes do mundo segundo uma pesquisa feita pela Universidade de
Leicester, no Reino Unido. O país tem índices baixíssimos de violência, não tem
mendigos, fome zero e não tem registro de corrupção
administrativa.

administrativa.

Mas só tem porèm: O Butão foi o primeiro país do mundo a
proibir qualquer tipo de fumo. Isso inclui cigarros comuns e maconha.
Interessante notar que a maconha é plantada livremente para alimentar os
animais, que ficam mais calmos, dormem mais e engordam melhor, mas ninguém se
atreve a usa-la. As leis do país são bastante rígidas quanto a isso e todos
respeitam. Usar qualquer tipo de droga é considerado crime inafiançavel e dá
cadeia por três anos. Esse é um dos motivos da dificuldade para se entrar no
país. O rei quer evitar problemas com jovens visitantes que podem ficar de olho
nas plantações de maconha. Por isso, com um turismo caro, teoricamente, apenas
pessoas mais velhas e maduras têm acesso ao Reino da Felicidade. Uma quantidade
limitada de cigarros pode ser usada por estrangeiros que visitam o país, mas
seu uso é muito restrito. Em lugares públicos, nem pensar.
Desenhos falicos são pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade
Por ter vivido tanto tempo sem muito contato com o resto do
mundo, o País do Dragão conseguiu preservar suas tradições e manter a harmonia
entre a população de 700 mil habitantes. Eles são budistas, cultuam um guru
Rinpoche conhecido como o Segundo Buda; são felizes; adeptos a poligamia;
relacionamentos homossexuais são aceitos normalmente; usam desenhos fálicos
pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade; vivem com pouco luxo
em pequenas comunidades rurais que não valorizam a privacidade; vestem-se com
lindos trajes típicos feitos em tecido produzido em tear manual
Meninas butanesas com traje tradicional
O Butão é um reino encravado no sopé dos Himalaias com 700 mil habitantes
sábado, 22 de outubro de 2016
2016 Wildlife Photographer of the Year"
Ganhador na categoria pássaros
Tim Laman, ganhador absoluto 2016 Wildlife Photographer of the Year
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Land Art - Quando a arte respira ao mesmo ritmo da natureza, o artista sente-se em paz.
Surgiu em finais da década de 1960, consequência de uma
insatisfação perante a monotonia cultural instalada e a necessidade latente de
quebrar barreiras e transcender as limitações do industrialismo e do urbano.
Juntou-se o despertar para as questões ambientais e ecológicas. Num
"regresso à natureza", esta forma de expressão artística teve uma
resposta muito forte.
As manifestações de Land Art são efémeras e a sua ligação à
paisagem é profunda, sendo normalmente, procurados sítios de difícil acesso ao
público ou mesmo inacessíveis. A sua destruição é causada mais ou menos
depressa por acção do tempo e dos agentes naturais. Os registos documentais são
as únicas provas da sua existência.
Leia na Obvious
Alguns trabalhos de Dietmar Voorwold
e
e
Spencer Byles
sábado, 17 de setembro de 2016
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
domingo, 17 de julho de 2016
quinta-feira, 23 de junho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
sábado, 19 de março de 2016
Domingo, 20 de março de 2016, o nosso planeta estará recebendo exatamente a mesma quantidade de luz nos dois hemisférios. Esse dia é chamado de equinócio. O termo tem origem na junção dos termos latinos aequus (igual) e nox (noite). Quando ocorre o equinócio, o dia e a noite têm igual duração (exatamente 12 horas). O dia também marca o início do outono (para o hemisfério sul) e primavera (para o hemisfério norte). Neste dia, muitas pessoas se deslocam para a Pirâmide de Chichén-Itzá, no México para ver um fenômeno interessante: as luzes e sombras projetadas nos degraus da pirâmide formam uma serpente. Segundo a lenda maia, o deus serpente Kukulkán - Kukul (sagrado) kán (serpente) - desce suas escadas como um raio de luz por entre as sombras. Os maias posicionaram para que exatamente nos dois equinócios (de março e setembro) a imagem seja formada, marcando o início das estações.
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