quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Badi Assad


Badi Assad, nome artístico de Mariângela Assad Simão, é uma violonista, cantora, percussionista e compositora brasileira.
Em 1993, assinou contrato com o selo Chesky Records, conhecida por suas gravações de alta qualidade técnica dirigida ao público audiófilo. Seus três álbuns para esta gravadora, Solo lançado em 1994, Rhythms em 1995 e Echoes of Brazil em 1997 sedimentam sua reputação internacional entre o público de jazz e da música instrumental. Em 1994, a revista Norte-Americana Guitar Player, a escolheu entre os 100 melhores artistas do mundo e em 1996 a revista Norte-America Classical Guitar considerou-a, junto com artistas como Charlie Hunter, Ben Harper e Tom Morello (do grupo Rage Against The Machine), um dos 10 jovens talentos que mais revolucionariam o uso das guitarras nos anos 90. A revista americana Guitar Player a escolheu com o prêmio de melhor violonista daquele ano, assim como Rhythms o melhor CD, na categoria de violão acústico.
O álbum seguinte, Chameleon, gravado em 1998, Badi Assad documenta a sua colaboração com Jeff Scott Young, ex-integrante da banda Megadeth. Três anos de mudanças radicais se seguiram após o lançamento de Chameleon. Dentre elas a descoberta de uma incapacidade motora que a impossibilitou de tocar violão por quase 2 anos. Depois de conseguir se recuperar completamente, ela retorna ao Brasil em 2001 após quatro anos de Estados Unidos.




Durante seus 20 anos de carreira, a cantora, compositora e violonista se destacou como criadora de um estilo peculiar, que traz sua voz e violão como elementos fundamentais de sua música. Em sua apresentação Badi é conhecida por representar uma verdadeira orquestra em cena, mesmo estando sozinha, ao lado apenas de seu violão e de sua voz. Sendo única em sua arte de emitir mais de um som simultaneamente, Badi é capaz de hipnotizar a plateia, que não se cansa na busca de desvendar de onde tantos sons são reproduzidos. Ela está só e sua magia encanta a todos. Sempre interpretando profundamente sua obra, Badi leva seu público a uma verdadeira experiência de emoções; ora forte, ora suave, ora sensual, ora ingênua, ora urbana, ora interiorana.

Solais
Instrumental: Joana Francesa de Chico Buarque

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Não é Banksy, é Pegasus


A imagem pintada com spray retrata a duquesa de Cambridge, Kate Middleton grávida e nua, com uma coroa em miniatura descansando em sua barriga e o logotipo de Game Of Thrones


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Comentario anonimo:I'm glad Ian isn't sporting that bandana anymore. I wish somehow he could turn back his voice about 10-20 years, I almost feel sorrow hearing him strain to hit what he can. As a musician, he has almost no equal. The voice... :( I was just listening to the 5.1 remastered Passion Play and dang did he have an amazing singing voice.


Jethro Tull


1989



Morre, aos 97 anos, o poeta Manoel de Barros




Tratado geral das grandezas do ínfimo

A poesia está guardada nas palavras — é tudo que eu sei.
Meu fado é o de não saber quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
Não tenho conexões com a realidade.
Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.
Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas).
Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.
Fiquei emocionado.
Sou fraco para elogios.

Manoel de Barros


UM ABRAÇO PARA MANOEL
por MIA COUTO

Dizem que entre nós
há oceanos e terras com peso de distância.
Talvez. Quem sabe de certezas não é o poeta.
O mundo que é nosso
é sempre tão pequeno e tão infindo
que só cabe em olhar de menino.
Contra essa distância
tu me deste uma sabedora desgeografia
e engravidando palavra africana
tornei-me tão vizinho
que ganhei intimidades
com a barriga do teu chão brasileiro.
E é sempre o mesmo chão,
a mesma poeira nos versos,
a mesma peneira separando os grãos,
a mesma infância nos devolvendo a palavra
a mesma palavra devolvendo a infância.
E assim,
sem lonjura,
na mesma água
riscaremos a palavra
que incendeia a nuvem.

19/12/2013

sábado, 8 de novembro de 2014

Tom Jobim, Miucha, Chico Buarque e Toquinho

Angel Boligan




Boligán nasceu em1965, em San Antonio de los Baños, La Habana, Cuba. Começou a colaborar como caricaturista no Museu Internacional de Humor da sua terra natal em 1980  e publica regularmente os seus desenhos na imprensa nacional cubana desde 1983. Foi professor de artes plásticas em 1987 e em 1992 viajou pelo México, onde reside desde então.
"Os desenhos de Boligán provocam o sorriso imediato. Nos seus cartoons há um olhar sagaz e crítico, mas não amargo."
As suas figuras humorísticas são os grandes banqueiros, empresários e o alto clero, geralmente desenhados com corpos enormes e inchados e cabeças liliputianas. E vice-versa, quanto mais simpática é a personagem que cria, mais possibilidades tem de ser desenhada com uma cabeça de proporções razoáveis.
Jorge Zepeda Patterson.








quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Banksi ataca de novo

bansky2

O artista de rua mais misterioso e famoso do mundo ataca novamente. Desta vez foi uma parede na área portuária de Bristol, no Reino Unido, a escolhida para receber a obra de Banksy. No muro, o artista criou sua própria versão da pintura “Girl with Pearl Earring”, obra-prima barroca do holandês Johannes Vermeer, datada de 1665.
Em vez do brinco de pérolas, Banksy utilizou a caixa de um sistema de alarmes(!!!) e criou o que chamou de “Girl with a Pierced Eardrum” (“Moça com tímpano perfurado”). A nova arte, bem como o sagaz nome dado à versão, foram postados no site do artista.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Leica celebra 100 anos de vida reconstruindo fotos icónicas

As mais de 20 fotografias são recreadas ao pormenor, mas também com liberdades criativas. Está lá a "Imigrant Mother" de Dorothea Lange, a "Behind the Gare St. Lazare", de Henri Cartier-Bresson e, entre outras, "Falling Soldier", de Robert Capa.



Henry Cartier Bresson com a sua inseparável Leica






segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Pink Floyd divulga capa do próximo album. 'The endless river' foi gravado em 2013, baseado em sessões de 1994, e sai em 10 de novembro


A capa do álbum foi criada pelo egípcio Ahmed Emad Eldin, de apenas 18 anos. Ela segue o estilo de Storm Thorgerson, artista que acompanhou a banda durante a maior parte da carreira. Morto em 2013, ele foi o responsável por capas e fotografias de discos como "Atom heart mother", "The dark side of the moon", "Wish you were here" e "Animals". O trabalho de Eldin foi descoberto por Aubrey Powell, colega de longa data de Thorgerson.


O projeto é baseado em sessões excluídas do último álbum The Division Bell, no qual contém várias contribuições do tecladista e compositor Richard Wright, morto em 2008 por um câncer.
Assim como os dois álbuns anteriores, The Endless River não contém colaborações de Roger Waters, ficando a cargo do músico convidado Guy Pratta execução de baixo e da esposa de Gilmour, Polly Samson da maior parte das letras

                       Pink Floyd: David Gilmour e Nick Mason comentam o novo álbum.
Gilmour: The Endless River é um fluxo contínuo de música que cresce em quatro peças separadas totalizando 55 minutos. Existe uma espécie de continuidade do álbum The Division Bell para este, e a penúltima frase de The Division Bell é "the endless river forever and ever" no final da música "High Hopes".
Gilmour: O único conceito é o conceito de Rick, Nick e eu, tocando juntos, da forma que tocamos no passado, e que havíamos esquecido que tocamos, e soa instantaneamente familiar.
Mason: Eu acho que Rick estaria animado. Eu acho que este álbum é uma boa forma de reconhecer muito do que ele fez. Eu acho que a coisa mais significante é ouvir o que Rick fez. Ter perdido Rick foi... Perdê-lo realmente nos fez perceber que tecladista especial ele era.
Gilmour: É um tributo para ele. Nos trás memórias e emoções em muitos momentos. Com certeza ouvir todo este material nos fez lamentar novamente a sua morte. Esta é a última chance que todos terão de o ouvir tocando conosco... do jeito que ele tocava.
Gilmour: Polly [Samson, esposa de Gilmour] escreveu a letra de "Louder Than Words" para expressar que existe algo mágico sobre a música que nós três fizemos juntos. Ela tem uma... correnteza mágica dentro dela, na letra de "Louder Than Words". Eram algumas pedaços de música que pareciam quase completos para formar uma canção e Polly surgiu com a ideia de "Louder Than Words" (mais do que palavras) como algo que descrevia o que conseguíamos quando fazíamos esta música que fazíamos. Nem Rick nem eu éramos de escrever muito, então Polly achava que era muito apropriado expressar o que fazíamos através da música, e ela nos ajudou a descrever isso em palavras.
Gilmour: Eu acho que conseguimos alcançar o melhor resultado possível. E eu acho que é isso.

sábado, 20 de setembro de 2014

Secos e Molhados, grupo Brasileiro dos anos 70. No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como "O Vira", "Sangue Latino", "Assim Assado", "Rosa de Hiroshima", que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar



Eu quero o amor
Da flor de cactus
Ela não quis

Eu dei-lhe a flor
De minha vida
Vivo agitado
Eu já não sei se sei
De tudo ou quase tudo
Eu só sei de mim
De nós
De todo o mundo
Eu vivo preso
A sua senha
Sou enganado
Eu solto o ar
No fim do dia
Perdi a vida
Eu já não sei se sei
De nada ou quase nada
Eu só sei de mim
Só sei de mim
Só sei de mim
Patrão nosso
De cada dia
Dia após dia

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O Funk da Ostentação




domingo, 17 de agosto de 2014

10 Agosto 1965 - 13 Agosto 2014

RIP

A queda de um avião em Santos, na manhã desta quarta-feira (13 Agosto), levou à morte sete pessoas. Entre elas estava o candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos.

Realizadas ontem 5 de Outubro, as eleições 2014
Dilma Roussef vai á 2ª volta com candidato da oposição Aécio Neves. Marina Silva a vice de Eduardo Campos e que concorreu no seu lugar, fica em 3º lugar.

Marina Silva
Marina Silva
Biografia aqui

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Pessoal e Transmissivel - carta aberta de Carlos Curto

“Vou ser directo, sem política ou filosofias. Sou um cidadão de meia idade, com algumas debilidades físicas e a tendência é agravarem-se. Faço parte (estatisticamente e de uma percentagem qualquer) de um grupo considerado privilegiado - os empregados de baixo salário - porque ao menos não estão desempregados. Pago impostos sem vontade alguma e com algum constrangimento em o dizer, além de ter salários e subsídios em atraso. Já estive farto desta situação, revoltado com as injustiças de que sou (somos) vítima. Por momentos senti-me culpado por “ter vivido acima das minhas possibilidades”, depois percebi que nunca vivi desafogado, o dinheiro que ganhei deu para ter uma vida razoável, mas nunca sobrou para uma doença ser encarada com tranquilidade financeira. O sentimento diário é-me desconhecido, ainda não aprendi a viver com ele. Já não é revolta ou indignação, é uma “coisa” próxima da humilhação, um vexame mensal ao receber pouco mais do que o ordenado mínimo, sabendo de antemão que terei de aumentar as minhas dívidas para não ter de ouvir dizer os meus filhos, e são três, dizerem que têm fome. Peço dinheiro emprestado com a convicção de que não o pagarei e já não me ralo muito, pois que mo empresta também sabe que o mais provável é ser a fundo perdido. Sou um favorecido em ter o privilégio da servidão imposta pelo “antes isto do que nada”? Gostava de ser “crente” para antever esta gente que me (nos) dirige acabar no Inferno, ou então guerrilheiro e ser eu o juiz e o executor. Não teria qualquer remorso ou me sentiria culpado”
Já li esta carta vezes sem conta, gostava de não me identificar com ela, de não poder ser eu a redigi-la. Raios os partam a todos por nos unificarem desta forma tão baixa e vil.

C.C.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Jeff Koons: quem é o mais caro e controverso artista da actualidade

Obra do artista em aço inox, vendida por 58 milhões de dolares
...diga algumas palavras sobre o trabalho de Koons de acordo com o senso comum – irônico, violento, infantil, pornográfico. E, não é nada disso... segundo os criticos.

Tal como a artista Portuguesa Joana Vasconcelos, também, expõe em Versailles




domingo, 13 de julho de 2014

Morreu o contrabaixista norte-americano Charlie Haden, 76 anos, que gravou a "Grândola" e compôs com Carlos Paredes, em Los Angeles,

Charlie Haden em 1997 


Em 1983, no disco "The Ballad of the Fallen", gravou a sua versão de "Grândola, vila morena", de José Afonso. Sete anos mais tarde, em 1990, o disco "Dialogues" ("Diálogos"), dava corpo à parceria encetada com o guitarrista português Carlos Paredes.