Agora você desperta de uma letargia que durou tanto tempo que se consolidou em sua mente, se arraigou no coração, se transformou numa resignação que, por trás dos bastidores, domina a cena, mesmo não sendo a verdadeira protagonista da peça.
Agora você desperta e verifica que a vida que você construiu, a vida que você inventou para si se transformou numa linda prisão que lhe custa recursos importantes diariamente para ser sustentada e preservada. Porém, você não vê mais graça nessa vida. A perda da graça é dura, provoca reconhecimentos muito profundos, porém, há algo de divino nesse reconhecimento, pois indica que sua alma ainda sabe diferenciar a graça daquilo que está longe dessa. Talvez você não possa se livrar dessa prisão de imediato, talvez nem seja eficiente tomar uma atitude dessas. Contudo, o reconhecimento coloca em marcha um processo duradouro e inexorável, você começa neste momento a mudar sua vida e, mudando sua vida particular, você se agrega ao movimento de mudanças mundiais. Todos os seres humanos estão fartos do que eles mesmos inventaram e sustentaram. O mundo é uma projecção da criatividade humana. Agora que a humanidade se fartou desse mundo, inexoravelmente o destruirá para erguer sobre as cinzas um novo e, todos desejamos, melhor mundo.
O momento é perfeito, as condições são propícias, o cenário não poderia ser mais auspicioso nem o nível de compreensão de nossa humanidade a respeito da necessidade de uma transformação política poderia ser mais evidente. Nada, porém, garante transformação. Em primeiro lugar porque a inércia é muito grande, essa faz com que as coisas continuem se repetindo no mesmo padrão, a despeito de tudo. Em segundo lugar porque a regra do jogo se chama livre arbítrio, nenhuma transformação acontece de forma automática, precisa ser escolhida e, através da opção e mediante empenho, superar a inércia da repetição e se submeter a um período de turbulência em que o antigo resiste a ser transformado enquanto o novo ainda não mostrou a que veio.
Agora você desperta de uma letargia que durou tanto tempo que se consolidou em sua mente, se arraigou no coração, se transformou numa resignação que, por trás dos bastidores, domina a cena, mesmo não sendo a verdadeira protagonista da peça.
ResponderEliminarAgora você desperta e verifica que a vida que você construiu, a vida que você inventou para si se transformou numa linda prisão que lhe custa recursos importantes diariamente para ser sustentada e preservada.
Porém, você não vê mais graça nessa vida.
A perda da graça é dura, provoca reconhecimentos muito profundos, porém, há algo de divino nesse reconhecimento, pois indica que sua alma ainda sabe diferenciar a graça daquilo que está longe dessa.
Talvez você não possa se livrar dessa prisão de imediato, talvez nem seja eficiente tomar uma atitude dessas.
Contudo, o reconhecimento coloca em marcha um processo duradouro e inexorável, você começa neste momento a mudar sua vida e, mudando sua vida particular, você se agrega ao movimento de mudanças mundiais.
Todos os seres humanos estão fartos do que eles mesmos inventaram e sustentaram.
O mundo é uma projecção da criatividade humana.
Agora que a humanidade se fartou desse mundo, inexoravelmente o destruirá para erguer sobre as cinzas um novo e, todos desejamos, melhor mundo.
O momento é perfeito, as condições são propícias, o cenário não poderia ser mais auspicioso nem o nível de compreensão de nossa humanidade a respeito da necessidade de uma transformação política poderia ser mais evidente.
Nada, porém, garante transformação.
Em primeiro lugar porque a inércia é muito grande, essa faz com que as coisas continuem se repetindo no mesmo padrão, a despeito de tudo.
Em segundo lugar porque a regra do jogo se chama livre arbítrio, nenhuma transformação acontece de forma automática, precisa ser escolhida e, através da opção e mediante empenho, superar a inércia da repetição e se submeter a um período de turbulência em que o antigo resiste a ser transformado enquanto o novo ainda não mostrou a que veio.